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Das outras perguntas

Quando perguntarem do Vento

e do Destino

Ter os Olhos no limite

do Céu


Quando perguntarem da canção

e seus silêncios

Ter a mão no prazo

das despedidas


Quando perguntarem das cartas

e as grande histórias

Ter o ouvido bem próximo

do imenso CorAção


Quando perguntarem da fotografia

e os sorrisos apagados

Ter o peito maior

no espelho da gratidão


Quando perguntarem dos aniversários

e as poucas lembranças

Ter um livro

como amizade nada suspeita


Quando perguntarem da areia

o castelo e tudo que se desfez

Ter esta poesia

como convite e recolhimento


Quando perguntarem da partida

o sorriso que nasceu

Ter as cores

como carimbo da Luz


Quando perguntarem das vestes

a entregar a nudez

Ter a festa

e o presente como Vida


Quando perguntarem do emprego

e o empenho da mão

Ter mais que desculpas

pela última hora


Mas quando finalmente perguntarem da Vida

e sua casa sincera

Ter a humildade

de aprender a nascer...

 
 
 

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