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O último sangue
O céu interrompido entre nuvens e acasos Cumprindo a pintura além do Além do rupestre Com luzes que revelam escondendo as vestes de Deus Todos os poros fazem o concreto dos prédios dançantes Bailam ao Vento como se fosse fácil Pedem do vidro muito mais que o reflexo São vitrais com pedras e escavações do grande Mistério O feixe nublado e arenoso traz as minhas cores antes de mim... Talvez fosse a Vida talvez fosse o escriba Talvez fosse a hora talvez fosse o sentimento Mas na
poetadohorizonte
29 de mai.1 min de leitura
Biblioteca da Vida
Tenho outras mãos que vasculham o Vento amarelo Nele torço pedaços de toques e palavras Como se cria um dicionário para tudo que é impossível? Desses registros antigos escondo maiores definições Como se fala do Vento amarelo tudo que se desfaz? Sinto invasões ancestrais das misturas de sentimentos Não ter mais qualquer sinceridade porque tudo é rascunho mal feito Uma apreensão e tamanho na proporção do Deserto Quis dizer mais um pouco como se por teimosia Também falta de sabe
poetadohorizonte
27 de fev.1 min de leitura
Compromissos eternos
Não sei o tamanho da noite mas ainda escrevo cartas brancas Que já não tem nada a dizer e por isso mesmo, dizendo tudo Como se cada branco fosse único com uma mensagem do impossível Talvez acendendo o único ponto que vale a pena: o CorAção As horas escuras somem imensamente antes de mim E como quem tateia imaginando a Luz que viu como relance Tudo é vasto e mais como mãos e sobras Respirar com o mesmo peito de quem ouve o distante Talvez caibam pedaços e muitas quedas Mas com
poetadohorizonte
8 de fev.2 min de leitura
Das outras perguntas
Quando perguntarem do Vento e do Destino Ter os Olhos no limite do Céu Quando perguntarem da canção e seus silêncios Ter a mão no prazo das despedidas Quando perguntarem das cartas e as grande histórias Ter o ouvido bem próximo do imenso CorAção Quando perguntarem da fotografia e os sorrisos apagados Ter o peito maior no espelho da gratidão Quando perguntarem dos aniversários e as poucas lembranças Ter um livro como amizade nada suspeita Quando perguntarem da areia o castelo
poetadohorizonte
21 de jan.1 min de leitura
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