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Lento Homem

Um Homem vai lentamente por São Paulo Que afronta! Como pode o homem ser Homem? E o frenesi das horas perdidas em atividades medonhas? E o frenesi das emoções completamente descontroladas? Os Olhos reais se assustam mas o Coração real compassivo é sem dúvida Os que miram o espelho parecem não ver o tamanho do Mistério Perdem o próprio rosto nas horas esparsas do dia Que sequer chegaram a sorrir no cheiro perfeito do Vento...

 
 
 

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O último sangue

O céu interrompido entre nuvens e acasos Cumprindo a pintura além do Além do rupestre Com luzes que revelam escondendo as vestes de Deus Todos os poros fazem o concreto dos prédios dançantes Bailam ao

 
 
 
Biblioteca da Vida

Tenho outras mãos que vasculham o Vento amarelo Nele torço pedaços de toques e palavras Como se cria um dicionário para tudo que é impossível? Desses registros antigos escondo maiores definições Como

 
 
 
Compromissos eternos

Não sei o tamanho da noite mas ainda escrevo cartas brancas Que já não tem nada a dizer e por isso mesmo, dizendo tudo Como se cada branco fosse único com uma mensagem do impossível Talvez acendendo o

 
 
 

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